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Magistradas debatem as relações de gênero do Poder Judiciário
ARACAJU/SE - 02 de Abril de 2019

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A abertura do segundo dia do 3º Seminário Mulheres na Justiça Federal: trajetórias e desafios foi marcado por debates sobre a percepção das relações de gênero no Poder Judiciário. Para traçar as diferenças na representatividade de gênero no Judiciário, as debatedoras embasaram-se, nesta terça-feira (2), em levantamentos realizados pelas instituições da Justiça. A pesquisa da AMB “Quem somos. A Magistratura que queremos” foi destacada pela juíza Márcia Hollanda, representante da Associação dos Magistrados do Rio de Janeiro (Amaerj), e integrante da Comissão Científica da Pesquisa.

 

A magistrada apontou um questionamento realizado na pesquisa sobre a discriminação ao ambiente de trabalho por questões de gênero. Dos que participaram, 17% dos juízes de 1ª instância responderam que já se sentiram discriminados no ambiente de trabalho em razão de gênero, enquanto que de 2ª instância o índice chegou a 6,6%.

 

A pesquisa “Perfil sociodemográfico dos magistrados brasileiros” do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também foi destacada pela professora titular do Departamento de Sociologia da UFSCar, Fabiana Luci de Oliveira. Ela participou do levantamento e mostrou dados da sondagem divulgada em 2018, que demonstram que apesar do número de mulheres que ingressaram na Magistratura ter aumentado, a ascensão na carreira não acompanhou. “As diferenças estão em toda a dinâmica da carreira, sobretudo com impactos na vida das magistradas”, contou.

 

Também participaram da mesa de debates a juíza federal e secretária-geral do Conselho de Justiça Federal, Simone Lemos Fernandes, a juíza representante da Anamatra, Luciana Paula Conforti, e a coordenadora da Comissão Ajufe Mulheres, Gabriela Azevedo.

 

O Seminário é promovido em conjunto pela AMB, Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra).