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Evento da Amase discute saúde de magistrados diante do estresse
ARACAJU/SE - 09 de Junho de 2018

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 Uma manhã volta para discussão da saúde do magistrado. De ouvir, aprender e principalmente falar. Mais além, um momento de expor a angústia de cada um. Um sentimento coletivo de magistrados submetidos a metas a qualquer custo. Essa reunião de magistrados e exposição de cada juiz de Direito de seu estresse diário foi realizada pela Amase – Associação dos Magistrados de Sergipe, por cerca de três horas na manhã de sábado, dia 09.
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O evento realizado num salão do Celi Praia Hotel contou com as palestras da psicóloga Paula Marques e a psiquiátrica Norma Oliveira. Duas grandes exposições sobre cuidados e o que fazer usando terapias para que os magistrados consigam administrar as pressões e ansiedades profissionais cotidianas.
 
O presidente da Amase Marcos de Oliveira Pinto definiu bem o propósito do encontro dos juízes ‘ter os olhos voltados para os magistrados.’ Ele avaliou este primeiro evento com a promessa de outros no futuro, como extremamente positivo.
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“O magistrado precisa ter o acompanhamento, esse cuidado com sua saúde física e mental. É algo que a gente tem uma preocupação muito grande, principalmente por causa da sistemática atual dos processos virtuais e também é um ponto de partida para que a gente possa sensibilizar o próprio Tribunal de Justiça no sentido de que os magistrados precisam deste acompanhamento na realização da sua atividade e não só produzir números”, afirmou o presidente da Amase.
 
Para o Marcos Pinto produção é importante, mas ele alerta que também é importante a qualidade e é importante acima de tudo que o magistrado trabalhe em condições normais em condições de realmente produzir aquilo que ele tem capacidade para produzir em termos de movimentação, de julgamento, da atividade jurisdicional, que é o que ele faz e no judiciário sergipano com grau de excelência reconhecido nacionalmente.
 
O evento recebeu elogiu dos presentes que esperam a realização de outros. “Achei importante a Amase voltar a se preocupar com a saúde dos magistrados e não pensando apenas em metas. As metas são importantes, mas a gente precisa pensar também na saúde dos magistrados. A gente tem que lembrar que tem seres humanos trabalhando nelas”, disse o juiz de Direito Otávio Abdala.
 
Já o juiz de Direito Haroldo Rigo considerou o evento como de extrema importância. “A gente começa a conversar  sobre os limites e as necessidades do nosso ambiente de trabalho. A necessidade de ter um cuidado maior com a saúde  do magistrado, com a construção de um ambiente e uma estrutura de trabalho que nos traga capacidade de fazer isso com saúde”, avaliou.